
Certa vez me contaram uma história sobre um menino realmente cruel e egoísta. Não sei dizer se ele tinha consciência disso ou não, mas ele magoava diversas pessoas, fazia mal criações e todo tipo de arte. Não que ele fosse daqueles que aprontam por excesso de criatividade e curiosidade. O menino na história parecia ser mal mesmo.
Um dia seu pai lhe chamou e disse para ele cravar um prego na cerca do quintal de trás da casa cada vez que fizesse algo de errado com alguém, cada vez que magoasse alguém. O menino, talvez até por um sadismo prematuro, assim o fez. E quase diariamente, um novo prego aparecia na cerca.
Algum tempo passou e a cerca já estava praticamente cheia de pregos. O menino, já um pouco mais amadurecido, um dia olhou para a cerca de seu quintal e finalmente percebeu o quanto ele havia sido mal, durante esse tempo. Cada prego ali lembrava-o de algo ruim que ele havia feito, era como uma espécie de consciência visual, um mural exibindo a alma daquele pequeno homem. O menino se assustou. Foi até seu pai e pediu que o ajudasse a se livrar daqueles pregos, que o redimisse (não com essa palavra, mas com uma intenção muitas vezes maior do que a daqueles que a usam). O menino queria limpar sua consciência.
Seu pai lhe disse para que ele fosse atrás de cada uma daquelas pessoas que ele havia magoado durante aquele tempo. Que ele os encontrasse e pedisse desculpas, que se mostrasse arrependido e tentasse (quando possível) fazer algo para provar suas palavras. O pai pediu para que o menino enfrentasse seus erros e o menino aceitou.
Não sei ao certo quanto tempo levou para o menino retirar todos os pregos, mas tenho certeza que demorou bem mais do que para pregá-los. Durante esse processo, o menino aprendeu a ser um homem, aprendeu a ser humilde e a reconhecer seus erros, aprendeu a pedir perdão e a perdoar (principalmente a si mesmo). O menino cresceu, apesar da puberdade ainda não o ter atingido, em seus olhos podia-se ver que ele havia se tornado alguém melhor.
Ao retirar o último prego, o menino jogou em um vidro, onde guardava todos os pregos, e correu para sua casa. Chamou seu pai e orgulhoso mostrou-lhe que não haviam mais pregos na cerca. Foi então que seu pai pediu para que ele olhasse novamente para a cerca. O menino olhou e então viu que a cerca estava toda esburacada e destruída. Então o pai lhe ensinou que por mais que se consertem os erros, eles deixam marcas. Marcas que podem durar para sempre.
Lendo essa historia, percebi que muitos de nós falamos coisas sem pensar , coisas que deixam marcas. Cada palavra, cada gesto, cada mínimo detalhe que para nós não tem tanta importância, para aquele que ouve pode ser algo que machuca, algo que deixa marcas.
Seu pai lhe disse para que ele fosse atrás de cada uma daquelas pessoas que ele havia magoado durante aquele tempo. Que ele os encontrasse e pedisse desculpas, que se mostrasse arrependido e tentasse (quando possível) fazer algo para provar suas palavras. O pai pediu para que o menino enfrentasse seus erros e o menino aceitou.
Não sei ao certo quanto tempo levou para o menino retirar todos os pregos, mas tenho certeza que demorou bem mais do que para pregá-los. Durante esse processo, o menino aprendeu a ser um homem, aprendeu a ser humilde e a reconhecer seus erros, aprendeu a pedir perdão e a perdoar (principalmente a si mesmo). O menino cresceu, apesar da puberdade ainda não o ter atingido, em seus olhos podia-se ver que ele havia se tornado alguém melhor.
Ao retirar o último prego, o menino jogou em um vidro, onde guardava todos os pregos, e correu para sua casa. Chamou seu pai e orgulhoso mostrou-lhe que não haviam mais pregos na cerca. Foi então que seu pai pediu para que ele olhasse novamente para a cerca. O menino olhou e então viu que a cerca estava toda esburacada e destruída. Então o pai lhe ensinou que por mais que se consertem os erros, eles deixam marcas. Marcas que podem durar para sempre.
Lendo essa historia, percebi que muitos de nós falamos coisas sem pensar , coisas que deixam marcas. Cada palavra, cada gesto, cada mínimo detalhe que para nós não tem tanta importância, para aquele que ouve pode ser algo que machuca, algo que deixa marcas.
Por que tantas vezes nos prendemos e pensamos tanto para elogiar, para falar algo que anime , ou que faça bem e quando é para criticar, brigar, as palavras saem com tanta facilidade?
Pense, se você quer ser marcado na vida do outro por coisas ruins ou boas, se quer ser lembrado como um grande amigo , ou como alguém desprezível. Isso cabe a você decidir, se quer fazer a diferença , ou se quer apenas ser mais um, comum , com atitudes impensadas que depois não podem ser revertidas.
só depende de você .
Amei o texto.. Fala uma verdade, infelizmente =/
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